Mostrando postagens com marcador Marlene França. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marlene França. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Trindad é Meu Nome


TRINDAD É MEU NOME- Nacional (São Paulo), 4 de fevereiro de 1974, 90 minutos. Produção, distribuição: Brasecran. Produtora associada: Macro Filmes. Produtor: Elias Curi Filho. Direção, argumento: Edward Freund. Roteiro: Edward Freund, Adilson Hampe. Fotografia: Reynaldo Paes de Barros. Cenografia: Waldir Siebert. Figurinos: Paula Ramos. Música: Em Eastmancolor. Elenco: David Cardoso, Carlos Bucka, Fátima Antunes, Marlene França, Nadir Fernandes, Rita Helena, Vosmarline Barbosa Siqueira, Edward Freund, Jofre Soares, Francisco Curcio, Walter Portella, Paula Ramos, Astrogildo Filho, Geraldo Decourt, Oswaldo Barros. Amanhã, no Cine Marabá e circuito.

Por Carlos M. Motta

Imitação da imitação. Um Trinity concebido na rua do Triunfo e de lá teleguiado para execução em Itu e adjacências. O polonês Edward Freund até hoje aplicou (não pôde ou não se preocupou) sua excepcional “mão para a direção” em materiais melhores. Ele, inclusive, tem escrito histórias ótimas, que nunca ninguém pensou em produzir. Em todo o caso, a fita tem um mérito: a oportunidade que dá ao excelente e até agora inaproveitado ator Carlos Bucka.


Publicado originalmente no O Estado de São Paulo em 3 de fevereiro de 1974

domingo, 2 de junho de 2013

Filmes perdidos da Boca: A Herdeira Rebelde (1972)


Produtor dos menos queridos da Boca, Nelson Teixeira Mendes não se preocupava muito com o bem estar de seus colaboradores. Com vontade de ampliar seu espaço na área cinematográfica, Mendes acabou assinando a direção de alguns longas-metragens. Acabou incentivando o início do grupo Os Trapalhões (Deu a Louca no Cangaço que co-dirigiu com Fauzi Mansur) e realizou um drama religioso que sumiu do mapa (As Duas Lágrimas de Nossa Senhora Aparecida).

Em 1972, o produtor realizou outro dramalhão: A Herdeira Rebelde, sobre uma modelo internacional que herda um orfanato. Protagonizado pela musa Marlene França, o filme foi um dos únicos títulos da rua do Triunfo indicado para as crianças assistirem. Foi a última fita dirigida por Nelson Teixeira Mendes.     

sábado, 24 de setembro de 2011

Marlene França (1943-2011)

Musa do cinema brasileiro, atriz acima da média. São poucos os adjetivos para uma mulher da grandeza de Marlene França. Lembro dela em A Noite do Desejo de Fauzi Mansur, um filme em que o realizador ainda era um iniciante. Ela já demonstrava um carisma extraordinário e um domínio na interpretação. É muito triste a gente ver o final de vida de pessoas que admiramos e que sabemos que não terão o devido reconhecimento. Isso acontece porque vivemos num país sem memória e sem moral. Marlene França: você foi uma vestal da nossa cinematografia. Nunca iremos esquecer você.